Um projeto de pesquisa, apoiado pelas Loterias e Apostas Estaduais por meio da Associação Espanhola Contra o Câncer, identifica uma Novo marcador de risco associado ao aumento da gravidade do COVID-19. Este resultado surge do trabalho do grupo de pesquisa liderado pelo Dr. Alberto Orfao, do Centro de Pesquisa do Câncer (CSIC-Universidade de Salamanca), que, nos últimos anos, investiga por que existem pessoas com um pequeno aumento no número de linfócitos ( uma condição conhecida como linfocitose monoclonal de células B de baixa contagem) eventualmente desenvolvem leucemia.

O principal objetivo deste projeto é para fazer um diagnóstico precoce e até mesmo prevenir a leucemia. Mas, por meio desse projeto, também se viu que pessoas com essa alteração no número de linfócitos têm maior risco de sofrer infecções graves. Os pesquisadores observaram que havia um número maior de pessoas com esse tipo de linfocitose entre os pacientes com COVID-19 da primeira onda da pandemia, que não foram vacinados.

De acordo com os resultados e dados anteriores da linha de pesquisa, a linfocitose monoclonal de células B de baixa contagem surge como uma novo marcador de risco independente para doença COVID-19 mais grave. Esses resultados, juntamente com pesquisas anteriores do grupo do Dr. Orfao e outros investigadores, sugerem que indivíduos com linfocitose monoclonal de células B de baixa contagem têm imunidade prejudicada e, portanto, podem ser mais propensos a infecções graves (por exemplo, respiratórias) e potencialmente também desenvolvem respostas inadequadas à vacinação.

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